Controle de oxidação no cultivo in vitro de embriões de estrelícia (Strelitzia reginae).

Patrícia Duarte de Oliveira Paiva, Renato Paiva, Moacir Pasqual

Abstract


A propagação de estrelícia (Strelitzia reginae Ait.) é comumente realizada a partir da divisão de touceiras ou por sementes. As sementes possuem germinação lenta, além de dormência. O desenvolvimento desta planta é lento e, conseqüentemente, a produção de novas mudas também é demorada. Em conseqüência, a produção de mudas produzidas por planta matriz é baixa, indicando-se o cultivo in vitro para reprodução dessa espécie com eficiência. No entanto, durante o cultivo in vitro de estrelícia tem sido observada oxidação nos explantes e no meio de cultura, ocasionando danos nos mesmos. Objetivou-se então testar o efeito de antioxidantes suplementados ao meio de cultura. Utilizaramse carvão ativado, PVP® (Polivinilpirrolidona), cisteína, ácido ascórbico, ácido cítrico, além dos solidificantes do meio de cultura: agarose, ágar, Phytagel® e ainda, a exclusão dos nutrientes cobre e ferro do meio de cultura. Melhor controle de oxidação foi observado em embriões cultivados em meios de cultura acrescido de 2 g L-1 de carvão ativado ou solidificado com phytagel.



DOI: https://doi.org/10.14295/rbho.v13i2.213

ISSN: 2447-536X

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