Considerações sobre a propagação e o uso ornamental de plantas raras ou ameaçadas de extinção no Rio Grande do Sul, Brasil.

Cecília Maciel Barroso, Gilmar Nicolau Klein, Ingrid B. I. de Barros, Lúcia B. Franke, Andréia Becker Delwing

Abstract


A extração de plantas silvestres para a comercialização, além de ser atividade ilegal e não sustentada, é considerada uma das principais causas de sua extinção. A introdução de plantas exóticas é considerada a segunda maior ameaça à conservação da biodiversidade mundial. Esta se voltou para o comércio de plantas ornamentais nos últimos tempos, e deu ocasião a invasões de muitas dessas plantas. A utilização de plantas nativas para ornamentação diminui consideravelmente os riscos de contaminação biológica quando estas escapam das áreas de cultivo. Sua propagação em viveiros legalizados diminui a pressão por coletas na natureza. Porém, quanto ao uso de plantas raras ou ameaçadas de extinção na ornamentação, questões como a pressão de coleta, a variabilidade genética intra e interespecífica e a seleção de variedades devem ser consideradas. Este artigo aborda estas e outras questões, como o conceito de espécie nativa, a propagação de espécies ameaçadas de extinção e a proliferação de determinadas variedades em detrimento de outras, que são pertinentes àqueles que desejam promover o uso de plantas nativas na ornamentação e no paisagismo.



DOI: https://doi.org/10.14295/rbho.v13i2.210

ISSN: 2447-536X

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