Efeito do ácido indolbutírico sobre estacas apicais e medianas de quaresmeira (Tibouchina cf. moricandiana).

Márcia de Nazaré Oliveira Ribeiro, Patrícia Duarte de Oliveira Paiva, José da Conceição Barbosa Silva, Renato Paiva

Abstract


As quaresmeiras, como são conhecidas algumas espécies do gênero Tibouchina, são plantas nativas do Brasil, de porte arbóreo ou arbustivo, muito utilizadas em projetos paisagísticos. A propagação pode ser feita através sementes e estacas. Objetivou-se neste trabalho verificar a influência das concentrações de ácido indolbutírico e diferentes tempos de imersão sobre estacas apicais e medianas de quaresmeira-arbustiva (LTibouchina fothergillae). Estacas medianas e apicais foram coletadas de ramos maduros e cortadas em segmentos com três nós e duas folhas, com metade da área foliar. Estas foram tratadas com AIB, na forma líquida, nas concentrações de 0, 500, 1000 e 2000 mg.L-1, durante 0, 1 e 5 minutos de imersão. Logo após, foram plantadas em bandejas, preenchidas com areia em casa-de-vegetação com nebulização intermitente, onde permaneceram por 56 dias. Pelos resultados obtidos, concluiu-se que o AIB aumentou o número de folhas formadas em estacas apicais até a concentração de 812,5 mg.L-1, também houve influência da concentração de AIB sobre a altura das plantas, número e comprimento dos brotos, tanto em estacas apicais como medianas. Maior comprimento de raiz em estacas medianas foi observado na concentração de 1225 mg.L-1 de AIB. Não há necessidade do uso do ácido indolbutírico no processo de enraizamento para esta espécie.



DOI: https://doi.org/10.14295/rbho.v13i1.206

ISSN: 2447-536X

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