Indução de calos in vitro em diferentes explantes de sisal (Agave sisalana Perrine)

Sandra Regina de Oliveira Domingos Queiroz, Ana Paula de Souza Rios, Fernando dos Santos Carneiro, Camila dos Santos Lyra, José Raniere Ferreira de Santana

Abstract


O sisal dá origem à principal fibra dura produzida no mundo, contribuindo com mais da metade da produção comercial de todas as fibras desse tipo. Sua exploração, no Brasil, concentra-se, no Nordeste, geralmente em áreas onde as condições de clima e solo são pouco favoráveis ou de escassas alternativas para a exploração de outras culturas que ofereçam resultados econômicos satisfatórios (EMBRAPA, 2003).
O sisal é propagado vegetativamente e de forma lenta, por bulbilhos e por rebentões. Os bulbilhos são produzidos no escapo floral, após a queda das flores, enquanto os rebentões se originam de rizomas subterrâneos emitidos pela planta –mãe (Silva et al., 1999).
Devido a grande importância econômica desta espécie e da grande demanda de mudas, há necessidade de se acelerar o processo de propagação. Assim, a propagação in vitro utilizando bulbilhos como material vegetal pode ser uma técnica viável para o cultivo do sisal.
Estudos realizados na Índia demonstraram que plantas de A. sisalana podem ser propagadas in vitro com sucesso, tanto via embriogênese somática quanto via organogênese (Nikan, 1997; Hazra et al., 2002a, Hazra et al., 2002b).
O objetivo deste trabalho foi verificar qual melhor tipo de explante na indução de calos em sisal.


Keywords


Agave sisalana Per.; Calogênese; Rizogênese.



DOI: https://doi.org/10.14295/oh.v13i0.1651

ISSN: 2447-536X

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