Botrytis cinerea en plantas cultivadas para flor de corte en Argentina.

Eduardo R. Wright, Marta C. Rivera, Hemilse E. Palmucci

Abstract


Em levantamentos efetuados nos viveiros e centros de venda em Buenos Aires (Argentina) e por consultas recebidas no laboratório de Sanidade Vegetal (LASAVE) durante os últimos anos, observaram-se diversos sintomas em plantas ornamentais cultivadas para flor de corte. Sobre as flores eram observadas pequenas manchas, inicialmente translúcidas e depois castanhas, que confluíam e avançavam para o pedúnculo ocupando toda a flor, às vezes estendendo-se até o talo. Quando a infecção ocorria em estado de botão floral, este não se abria e ficava mumificado. Posteriormente à realização de tratos culturais que causavam feridas, era observado um escurecimento dos talos. Todos os órgãos afetados cobriam-se de um mofo cinzento, formado por micélio, conidióforos e conídios do fungo. Esta sintomatologia foi constatada nas seguintes espécies: Anemone coronaria L., Chrysanthemum sp., Dianthus caryophyllus L., Gerbera jamesonü Bolus ex J.D. Hook, Gladiolus sp., Limonium sp., Rosa sp., Strelitzia reginae Banks ex Aiton e Tagetes sp. O objetivo do presente trabalho foi determinar a etiologia da doença utilizando-se técnicas fitopatológicas de rotina. Os resultados dos testes de patogenicidade demonstraram que o agente causal da sintomatologia observada é Botrytis cinerea Pers.: Pers., sem registro na Argentina nas espécies estudadas exceto Dianthus caryophyllus e Rosa sp..



DOI: https://doi.org/10.14295/rbho.v2i2.127

ISSN: 2447-536X

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